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PROTOCOLO DE ATENDIMENTO PARA CASOS DE GRIPE A
Elaborado por Marcelo Carneiro, Infectologista, Mestre em Microbiologia,
Santa Cruz do Sul, RS.
Coordenador do Controle de Infecção e Epidemiologia Hospitalar – HSC - RS
Todos os pacientes provenientes de áreas de risco (nos últimos 10 dias) ou contato próximo com pessoas suspeitas COM SINTOMAS RESPIRATÓRIOS AGUDOS compatíveis com GRIPE (mialgia, febre, calafrios, artralgia, coriza, tosse, dispnéia, dor de garganta inclusive diarréia).
A decisão de internação hospitalar é apenas para quadros graves ou com potencial de gravidade, ou seja, a minoria dos pacientes.
O tratamento domiciliar deverá ser acompanhado, diariamente, pela equipe de saúde e da vigilância sanitária e reclusão domiciliar por até 7-14 dias (último se crianças). Comunicantes assintomáticos deverão utilizar máscara em domicílio e permanecer em reclusa domiciliar pelo tempo determinado. A limpeza do ambiente com hipoclorito e/ou álcool após o contato é necessário para amenizar a contaminação do ambiente.
NOTAS:
- As viagens não estão proibidas;
- O uso de máscaras em locais públicos ou no ambiente de trabalho não é indicado, pois a segurança é falsa;
- O tratamento medicamento não é uma regra para todos os casos suspeitos ou confirmados.
- A letalidade é semelhante a da gripe comum.
- O vírus é degradado após contato com álcool 70% por 30 segundos o que é eficiente para a higienização do ambiente.
Parecer da Associação Gaúcha de Profissionais em Controle de Infecção Hospitalar para Tratamento contra a Gripe A - 06/08/2009
Protocolos Influenza - 26/07/2009
Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil
do Rio de Janeiro
Protocolo de Manejo Clínico e Vigilância Epidemiológica da Influenza
Fluxograma de Atendimento Externo
Fluxograma de Atendimento Interno
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